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Programa Ronda Policial 18.10.2014


 

 

Segurança Pública é coisa séria


Entidades militares como a Associação dos Cabos e Soldados e dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar e Bombeiro Militar do Estado de Goiás, vem a público REPUDIAR de maneira veemente a declaração do candidato a governador Iris Rezende do PMDB que, caso seja eleito, pretende nomear o senador eleito Ronaldo Caiado do DEM na Secretaria de Segurança Pública.

Os presidentes das duas associações, sargento Gilberto Cândido de Lima (Cabos e Soldados) e subtenente Luís Cláudio Coelho de Jesus (Subtenentes e Sargentos) consideram essa possibilidade um retrocesso para a política de segurança pública no Estado. Os líderes das duas entidades lembram que as forças de segurança (Polícia Militar, Civil, Técnico Científica e Corpo de Bombeiros) devem ser geridas por profissionais especializados na área, como acontece atualmente.

Diante disso os representantes da ACS e ASSEGO são radicalmente contrários à possibilidade de um médico ortopedista e agropecuarista assumir a política de segurança pública em Goiás. Num passado não muito distante essa prática de nomear políticos para serem secretários de segurança era comum em governos do PMDB e resultou em descontentamentos e retrocesso nas ações e políticas de proteção e defesa da sociedade goiana.

Ademais os presidentes da ACS e ASSEGO condenam a indicação de Ronaldo Caiado para a secretaria de segurança pública por entender que o gesto representa uma traição aos eleitores que no último dia 05 de outubro o elegeram senador para defender os interesses de Goiás no Congresso Nacional. A população não pode ser enganada por alguém que prega seriedade e compromisso com o que promete e depois por um projeto pessoal de poder e de  seus aliados políticos, como o candidato a governador Iris Rezende, jogue no lixo suas promessas de campanha e despreze o sagrado voto de confiança que o eleitor depositou a seu favor, no caso Ronaldo Caiado.

A sociedade goiana, os órgãos de segurança pública e as entidades representativas dos servidores militares em Goiás estão plenamente satisfeitos com a gestão do secretário Joaquim Mesquita, que é especialista em repressão a entorpecentes, em gestão de segurança pública, em combate a criminalidade e mestre em administração pública. Um perfil bem diferente do improvável secretário que Iris Rezende pretende colocar para dirigir a segurança pública, caso seja eleito.

Gilberto Cândido e Luís Cláudio lembram ainda que Joaquim Mesquita tem atuado em parceria com o comandante geral da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros e com o delegado geral da Polícia Civil na modernização da gestão da segurança pública em Goiás com a implantação do sistema integrado de controle e de inteligência, tem renovado a frota de viaturas e adquiridos equipamentos modernos empregados nas ações de policiamento, promovido melhorias salariais e cumprido a lei de promoções além de contratar novos policiais por meio de concurso público e do Serviço de Interesse Militar Voluntário (SIMVE).

Portanto alertamos a sociedade goiana para também repudiar promessas que tem o único propósito de angariar votos sem medir as consequências que esse ato vai trazer para a segurança pública. As entidades militares querem o respeito daqueles que pretendem administrar o Estado e que façam o compromisso de tratar esse tema com a devida atenção que ele merece. Segurança Pública é coisa séria e não objeto de marketing político para tentar ganhar uma eleição enganando o povo.

Gilberto Cândido de Lima
Presidente da Associação dos Cabos e Soldados PM/BM
Luís Cláudio Coelho de Jesus
Presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos PM/BM

 

 

 

 

 



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Eleição altera atendimento do Ipasgo

15/10/2014
Em função da realização do 2º turno das eleições 2014, a Central de Atendimento IPASGO, localizada na sede do Instituto, no Setor Pedro Ludovico, em Goiânia, não funcionará para o atendimento ao público, no sábado, 25 de outubro. O prédio sede do Instituto estará à disposição da Justiça Eleitoral, para servir como local de votação. O serviço de tele-atendimento pelo 0800.621919 funcionará normalmente.

Fonte: IPASGO

 

 

Aberta inscrições para a 2ª Corrida da Saudade do CBMGO

15/10/2014

Os Bombeiros Militares, tanto ativos quanto inativos, e seus dependentes têm até segunda-feira, dia 27 de outubro, para realizar suas inscrições para a Corrida da Saudade, que será promovida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) no domingo, dia 9 de novembro.

Os atletas poderão optar por 3 diferentes trechos, sendo o 1º trecho do 2º BBM/BSE/ABM/1º BBM (14,6 km); 2º trecho do BSE/ABM/1º BBM (9,7 km) e 3º trecho da ABM/1º BBM (4 km). A inscrição é gratuita e para participar basta estar em dia com o exame médico periódico da Corporação e procurar a SAAD de sua respectiva OBM, maiores informações através do fone: 3201-2165/3201-2167.

A Corrida da Saudade tem como objetivo a confraternização entre os Bombeiros Militares ativos e inativos. Além de incentivar a prática desportiva e a integração social.
A largada será no 2º BBM às 9h, com chegada no 1º BBM por volta das 11h, onde será serviço almoço em homenagem aos participantes.

Fonte: CBM GO

 

 

Raios X em quatro presídios de Aparecida

14/10/2014
O sistema prisional goiano passará a usar o body scanner, uma tecnologia que pode detectar objetos intracorpóreos e terá funcionamento em quatro unidades prisionais de Aparecida de Goiânia. A locação da tecnologia custará R$ 4.685.100 durante 30 meses, – R$ 156 mil por mês – ao governo do Estado. O equipamento vai diminuir o tempo médio de vistorias dos visitantes, de 12 minutos para 10 segundos, nas penitenciárias Odenir Guimarães, Casa de Prisão Provisória, Núcleo de Custódia e Presídio Feminino Consuelo Nasser. A medida tem até 90 dias para ser implantada.

O titular interino da Secretaria da Administração Penitenciária e Justiça de Goiás (Sapejus), Joaquim Mesquita, destaca que a implantação dos equipamentos permitirá a continuidade de procedimentos de segurança nas unidades penitenciárias. Através do body scanner será possível detectar celulares, armas, drogas, explosivos e demais ilícitos sob a roupa ou interior do corpo humano. As adequações físicas, operação logística e manutenção dos aparelhos serão feitas pela empresa mineira VMI Sistemas de Segurança, vencedora da licitação. 

A partir da implantação dos equipamentos as pessoas que queiram ingressar nas unidades prisionais, assim como os objetos que portarem, deverão ser submetidos à revista. Se o visitante for flagrado portando substância ilícita durante o procedimento de revista será impedido de entrar no presídio e ficando para realização das diligências policiais cabíveis. 
Bloqueador

Outra novidade anunciada pela Sapejus é a instalação do sistema de bloqueadores de sinal de celular nos presídios, que tem prazo de 90 dias para implantação pela empresa mineira Polsec vencedora da licitação. O método emite ruídos de forma inteligente que impedem a conexão de qualquer aparelho celular à rede da operadora de telefonia, impossibilitando receber e efetuar chamadas assim como o acesso à internet. A novidade terá um custo mensal de R$ 381.133 mil – R$ 4.573.600 ao ano. O sistema também será aplicado no regime semiaberto.

"Essa é uma iniciativa pioneira em Goiás, que melhora as condições técnicas da Sapejus com equipamentos de tecnologia moderna. É extremamente importante como o governo do Estado pensa de forma sensível, de inovar nos instrumentos de segurança e combater métodos ilícitos. Isso não só vai refletir na melhoria nos controles de segurança da secretaria, mas como também vai dar uma resposta à sociedade goiana em relação ao combate ao crime", acredita Mesquita, que também é secretário de Segurança Pública. 

A partir do momento que o sistema é instalado, ele irá bloquear somente a área interna do presídio, explica o titular interino da Sapejus. Dos 27 Estados brasileiros, 20 já adotaram esse sistema. "As empresas têm seu prazo máximo fixado para instalação dos serviços, mas estamos solicitando em caráter de urgência para que seja, em breve, concluído todo esse aparato de investimento do governo estadual em favor da segurança da nossa população", afirma Joaquim Mesquita. 

Mesquita ainda ressalta que os investimentos vão ajudar minimizar o contato da população carcerária com quem está fora do presídio, além de evitar a incidência de crimes originados a partir das casas penais. A partir do body scanner e do sistema de bloqueadores de sinal telefônico, a Sapejus passar ter total controle sobre a informação intramuros. As medidas também vão diminuir o assédio aos agentes penitenciários, por parte dos presos, para entrada de aparelhos celulares, drogas e outros ilícitos nas unidades.

Fonte: Diário da manhã

 

 

“Crime se combate aumentando a pena”

09/10/2014
Joaquim Mesquita, 44 anos, secretário de Segurança Pública e Justiça de Goiás (SSPJ-GO), assumiu a pasta em 29 de outubro de 2012. Natural de Três Pontas, município de Minas Gerais, ele ingressou na Polícia Federal (PF) como delegado. Atuou 17 anos no Departamento da PF, no cargo de delegado, exerceu a função de superintendente da polícia em vários Estados brasileiros e elucidou crimes diversos.

Em Goiás, Mesquita foi superintendente do Departamento de Polícia Federal. Posteriormente, chamado pelo governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), ele assumiu a pasta com duas missões: organizar a SSPJ-GO e devolver a autoestima dos agentes públicos, após operações de grandes magnitudes que revelaram fraudes e crimes entre policiais, agentes e delegados.

Em entrevista ao Goiás na Rede, do DMTV, o secretário Joaquim Mesquita respondeu perguntas dos jornalistas do Diário da Manhã sobre temas da segurança pública de Goiás, muitas delas consideradas como polêmicas: atuação ao combate ao crime, unificação das polícias, serial killer, cofre furtado na secretaria, maioridade penal e candidatura política.

PERFIL

Nome: Joaquim Mesquita
Idade: 44 anos
Naturalidade: Três Pontas (MG)
Ocupação: Secretário de Segurança Pública e Justiça de Goiás (SSPJ-GO)

O QUE ELE PENSA

  • Segurança pública

Estamos caminhando para dois anos à frente da Secretaria de Segurança Pública. Desde então, temos nos esforçado para melhorar a ação das polícias do Estado de Goiás, para ampliar o efetivo de homens nas ruas, os equipamentos e, consequentemente, alcançar indicadores positivos. A secretaria em relação aos homicídios está com dados estáveis, assim como em Goiânia, muitas cidades do interior também apresentam redução deste crime. Mas vivemos e temos os percalços próprios da segurança pública, que existem, infelizmente, em todo o País, e em Goiás não é diferente.

  • Combate ao crime

Duas ações importantes que deveriam ser feitas, a primeira delas seria a mudança da legislação penal, para diminuir a sensação de impunidade, para que pessoas que cometerem crimes graves, pela lei sejam presas por mais tempo. A segunda, impor a elevação do nível de gasto com segurança pública, por parte da União. Por outro lado, penso que o que está incomodando a sociedade não sejam os crimes hediondos. Na verdade, o que incomoda a população são os roubos, assaltos a mão armada, em residências, transporte público e comércios. Esses tipos de delito não são hediondos, com exceção do homicídio, mas impactam e geram grande sensação de insegurança, motivados por essa lei frouxa, pela legislação penal leniente.

  • Endurecimento penal

De uma maneira muito pragmática sustento que a lei penal deve ser endurecida em todos os casos. Acredito que se alguém por algum crime está ficando um ano preso, que fique dois, se for por dois anos, que fique quatro, e, assim, sucessivamente. Tenho certeza que com isso, passando mais tempo na prisão, menos crimes as pessoas praticarão, já que nós temos índices de rescendência criminal que chegam a 70%. Crime se combate aumentado a pena.

  • Desigualdade social

A desigualdade é acentuada, mas é inegável que a vida da maioria da população melhorou. A própria ONU está divulgando que o País saiu do mapa mundial da fome, onde as pessoas não tinham acesso a emprego e educação. Mas ainda assim temos crimes, para algumas pessoas não há alternativa, quando praticam delitos se não ficarem efetivamente presas. Mas não digo que para qualquer crime as pessoas devam ficar encarceradas. Por isso, acredito nas tornozeleiras eletrônicas.

  • Custo do preso

A estimativa em relação ao sistema prisional é de que um preso custe em torno de R$ 2 mil e R$ 2,5 mil ao mês. Atualmente, a tornozeleira eletrônica custa cerca de R$ 200 por mês. Ela fica muito mais barata do que enviar um preso para o sistema prisional. Com isso, não precisa oferecer a ele atendimento à saúde naquele espaço físico, educacional, opções de trabalho, já que o indivíduo pode se socializar e desfrutar destes serviços em outros âmbitos.

  • Julgamento do Simve

A sustentação jurídica do programa Simve é feita pela Procuradoria Geral do Estado, que está muito segura em relação à legalidade da medida. Atualmente, a aceitação que o Simve tem nas comunidades, nas cidades e nos locais onde estes policiais atuam revela o acerto da decisão corajosa tomada pelo governo de Goiás. Não tenho qualquer dúvida que os outros Estados, passado este período de eleições, haverão de buscar, inclusive muitos já conheceram o modelo do Simve goiano, e não devem demorar para implantar o programa em suas federações. Penso que não há uma outra alternativa para ampliação da presença do policiamento nas ruas.

  • Waldir e Mané

Desde que entrei na secretaria tenho sustentado a necessidade de redução da impunidade, de alterarmos a legislação penal e de fazer com que pessoas que praticam crimes graves fiquem presas. Parece que estes candidatos (delegado Waldir Soares e Mané de Oliveira, deputado federal e estadual, respectivamente) sustentaram sempre este argumento, essa linha de defesa e, por conta disso, tiveram um apoio maciço da população.

  • Redução da maioridade penal

Penso que essa lógica em relação a penas de crimes praticados por pessoas maiores de idade também seja aplicada a menores. Se efetivamente um menor comete um crime grave e fica, atualmente, detido três anos, que ele possa ficar seis anos.

  • Desmilitarização

O que está muito associado às polícias militares é uma questão de hierarquia e disciplina. Eu não consigo imaginar como uma força policial poderia se sustentar sem isso. Ao invés de unificar as polícias seria melhor que nós pudéssemos avançar em um ciclo completo de polícia. De modo que aquela polícia que fizesse a prisão e identificasse a situação, apresentasse o caso ao Poder Judiciário. Penso que essa medida talvez fosse mais factível de ser implantada em um curto prazo de tempo.

  • Serial killer

A Polícia Civil (PC) continuam com seus trabalhos, temos um grupo de servidores dedicados exclusivos a estas investigações. Já ocorreram avanços importantes em relação a esses casos e, brevemente, a polícia estará apresentando resultados desta apuração à sociedade goiana. Eu confio muito no trabalho da PC, ela já deu prova disso em vários casos de clamor público. Então, aguardemos o resultado dessa investigação pela polícia.

  • Cofre subtraído

Essa investigação é conduzida pela Polícia Civil. Não tenho informações específicas em relação a essa investigação. Eu como secretário de Segurança Pública, na condição de vítima, tenho máximo interesse em ter esse caso esclarecido, mas certamente a polícia dará essa resposta. O que eu disser em relação a este fato, que se tornou público, pode ter interpretações equivocadas, por isso que me valho da investigação em andamento pela PC.

  • Candidatura

Quando entrei na Secretaria de Segurança Pública alguém dizia que eu seria candidato. Rebati a afirmação demonstrando que meu título de eleitor era de Brasília. Não tenho o mínimo perfil para o exercício de mandato eletivo. Acho que posso contribuir mais como técnico que sou da segurança pública.

Fonte: Diário da Manhã

 

 

Número de ex-policiais eleitos deputados aumenta 25%

08/10/2014
O número de parlamentares ex-policiais eleitos no pleito de domingo cresceu 25% em relação à eleição anterior. Segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, esses deputados federais e estaduais tendem, além de se dedicar ao tema da segurança, a se organizar em “bancadas” para defender temas ligados à classe policial e para apoiar posições políticas comuns.

Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), policiais militares, civis e federais conquistaram 55 cadeiras nas assembleias estaduais e na Câmara federal, nas eleições deste ano. No pleito anterior, o número de cargos alcançados foi de 44.
Dos parlamentares ex-policiais eleitos no domingo, 15 são deputados federais e 40 estaduais.
De acordo com analistas, no Legislativo – principalmente na Câmara Federal – esses parlamentares tendem a trabalhar com temas relacionados à segurança, como debates sobre mudanças na legislação penal e no Estatuto da Criança e do

Adolescente, a reforma do sistema prisional e políticas sobre drogas e menores infratores.
Entre os temas que devem estar na agenda desses novos parlamentares devem estar ainda a regulamentação dos papéis das polícias, a redução da maioridade penal e a punição mais dura a criminosos que cometem crimes contra policiais.
Organização

Para a cientista política Maria Teresa Micelli Kerbauy, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o crescimento da bancada de ex-policiais nos legislativos estaduais e federal está ligado ao fato de a violência ser um dos temas que mais preocupa os eleitores, sendo um dos principais assuntos da agenda política brasileira
Além disso, interesses de classe e as críticas sofridas pela polícia, por sua atuação dura nas manifestações ocorridas entre junho de 2013 e a Copa do Mundo neste ano, foram mais um estímulo para que membros das forças de segurança se voltassem cada vez mais para a política.

De acordo com a cientista política, mais numerosos no Legislativo, os ex-policiais tendem agora a formar bancadas para tentar votar temas de segurança – o que pode acontecer até de forma independente das posições de seus partidos.
Para o presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Marcos Leôncio Ribeiro, os ex-policiais podem usar no Legislativo suas habilidades de investigação para exercer o papel de fiscalização e controle das ações do governo.

Fonte:Diário da  Manhã

 

 

   
 
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