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Morre professor dentro da sala de aula em Goiânia

Na manhã desta segunda-feira (30) morreu o professor de literatura Humberto Milhomem da Mota com 55 anos, em Goiânia.

Ele teve um mal súbito enquanto lecionava no Colégio Militar de Goiás Polivalente Modelo Vasco dos Reis, localizada no Setor Oeste. O professor chegou a receber atendimento no local, mas não resistiu. Segundo a assessoria de comunicação da Polícia Militar, o professor estava dando aula quando se sentiu mal.

De acordo com a assessoria da PM, os alunos chamaram os bombeiros que trabalham na escola para realizar os primeiros socorros. Em seguida, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu) foi acionado e iniciou um processo de reanimação, mas Humberto não respondeu às tentativas e morreu na instituição.
O diretor do colégio, tenente-coronel Marco Antônio Ferreira, lamentou a morte do professor em nota e prestou “sinceras condolências aos familiares e a comunidade escolar por tão grande perda”. A unidade decretou dois dias de luto oficial.

Primeiro sinal             

O médico, e irmão de Humberto, Orlando Milhomem de Mota, de 71 anos, disse que o professor já havia passado mal no último sábado (28). “Ele sentiu algumas dores e foi para um pronto-socorro. Depois de tomar um medicamento, foi liberado”, afirma. Orlando revela que o irmão era formado em direito e mestre em ciências jurídicas pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Além de lecionar no Colégio Militar desde 2010, ele também dava aulas na Faculdade Padrão. Humbert nasceu em Montes Altos, no Maranhão. Ele era separado e deixa um filho.
O corpo do professor será velado a partir das 18 horas, no Cemitério Jardim das Palmeiras em Goiânia. O sepultamento acontecerá nesta terça-feira (31), mas o horário ainda não foi divulgado.

Fone: Diário da Manhã

 

 

Sefaz libera folha salarial de março

30.03.2015
A Secretaria da Fazenda libera hoje (segunda-feira) recursos para os órgãos e Poderes pagarem a folha salarial de março do funcionalismo estadual. Os servidores recebem os salários amanhã (terça-feira) nas agências bancárias.

Comunicação Setorial - Sefaz

 

 

 

 

Projetos da área de segurança pública

27.03.2015
Após os protestos de rua realizados neste mês de março, a Câmara dos Deputados tem se empenhado em aprovar uma série de projetos na área de segurança pública, muitos dos quais atendem a reivindicações da chamada bancada da bala.
Os deputados aprovaram nesta semana propostas para tentar inibir crimes contra policiais, bombeiros e militares, além do uso de adolescentes em delitos.

Os parlamentares ainda tornaram mais rígido o cumprimento da pena de quem comete crime hediondo, como estupro, latrocínio e exploração da prostituição infantil. Agora, os projetos serão analisados pelos senadores.
A Câmara ainda discute uma polêmica sugestão de mudança na Constituição para reduzir a maioridade penal de 18 anos para 16 anos. O texto está em debate na Comissão de Constituição e Justiça, principal colegiado da Casa, que se transformou em palco de protestos e xingamentos contra os parlamentares.
A expectativa é de que haja votação até o dia 8 de abril. Se aprovada, a mudança terá que passar por uma comissão especial e ainda duas votações no plenário.

A mobilização para os projetos de segurança é comandada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Presidente da Frente Parlamentar da Segurança Pública, o deputado Alberto Fraga (DEM-DF), disse que a bancada da bala, formada por 21 deputados que são da área, apresentaram a Cunha o desejo de acelerar a análise de propostas para atender o setor.

Alguns aliados sustentam que Cunha pretende criar uma espécie de agenda positiva, com semanas temáticas para aprovar medidas que tenham impacto para a sociedade.
Investigado no STF (Supremo Tribunal Federal) por ter sido acusado de participar do esquema de corrupção da Petrobras, Cunha pode ser alvo de um novo protesto programado para o fim de abril. Ele nega qualquer ligação com o escândalo da estatal.

POLICIAIS

O projeto que provocou maior embate no plenário da Câmara torna hediondo e eleva a pena para crimes cometidos contra militares, policiais, agentes carcerários e bombeiros. Também tornam-se hediondos, com pena elevada, crimes cometidos contra parentes dessas autoridades, caso sejam praticados em razão dessa condição.
Hoje, a pena prevista no caso do assassinato de um policial militar, por exemplo, é de 6 a 20 anos de cadeia. Caso o projeto seja aprovado definitivamente e sancionado, a punição sobe para 12 a 30 anos.

O PT tentou incluir na proposta o aumento de pena também para mortes e lesões corporais praticadas de forma criminosa por policiais, mas não conseguiu. O partido, entretanto, obteve o compromisso de que em até 60 dias a Casa irá votar um projeto que cria regras mais rigorosas para a apuração de mortes e lesões corporais decorrentes da ação de agentes do Estado.

Outra proposta aumenta a pena para quem corromper ou facilitar a corrupção de menor de 18 anos, com ele praticando infração penal ou induzindo-o a praticá-la. Atualmente, a pena é de 4 anos até 10 anos. Pelo projeto, a punição será de 6 a 15 anos de prisão.

Os deputados também deram aval para um texto que dificulta a concessão de liberdade condicional a condenados por crime hediondo, prática de tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins e terrorismo.
Pela proposta, a concessão desse benefício para estes crimes só ocorrerão quando os condenados tiverem cumprido mais de 4/5 da pena. Atualmente, a medida é autorizada quando há o cumprimento de 2/3 das penas.

Fonte: Jornal Folha de S.Paulo

 

 

STF julga Simve inconstitucional

Ilegalidade foi questionada pelo Ministério Público. Contratação de 2.380 policiais pelo Estado tem por objetivo redução de gastos

27.03.2015

O Supremo Tribunal Federal julgou, ontem, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) e considerou inconstitucional a contratação de policiais temporários pelo Estado de Goiás. A lei que instituiu o Serviço de Interesse Militar Voluntário Estadual foi criada para contratar policiais temporários e reduzir os gastos com policiais efetivos que ingressem na carreira por concurso público.

Os ministros acompanharam o ministro Luiz Fux, relator, e acataram a ação proposta pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sob a justificativa de inconstitucionalidade da lei que criou o Simve. O Ministério Público de Goiás representou para a PGR pela inconstitucionalidade alegando que a lei traz “consequências imprevisíveis e indesejáveis” para a ordem legal e a segurança pública.

“O vínculo jurídico precário dos integrantes do Simve impede que sejam adequadamente preparados para a função de policiamento ostensivo e que desenvolvam espírito de pertencimento à instituição policial militar. Isso pode levar espíritos menos maduros à prática de atitudes impróprias, de consequências imprevisíveis e indesejáveis, nessa relevante função”, frisou Janot.

No primeiro momento em sua eficácia, a lei permitiu que o Estado de Goiás contratasse indivíduos saídos do serviço militar obrigatório por salários mais baixos que os concursados para prestar serviços no policiamento ostensivo. Em 2014, foram 1.300 novos policiais contratados no Simve e esse número foi ampliado para garantir o policiamento de áreas nevrálgicas como Goiânia e cidades do Entorno do Distrito Federal. Atualmente, são 2.380 contratados através do Simve e o efetivo atual da PM de Goiás é de 14.660 policiais. O número de contratados atrvés do Simve corresponde a 16,2% de todo o efetivo da PM goiana.                                                                      

Manutenção

A votação de ontem não determina a retirada de todo o efetivo do Simve do policiamento das ruas em Goiás imediatamente. Como faltou o voto de um ministro do STF para delimitar os efeitos da modulação da lei que criou o Simve, a decisão final ficará para após outro ministro proferir seu voto. Após isto, ficará definido se o Simve será extinto imediatamente ou se poderá perdurar até o mês de novembro, prazo de eficácia da lei.

Esse prazo será suficiente para o Estado de Goiás preparar a substituição dos policiais do Simve, como salientaram os procuradores do Estado que atuaram no julgamento. Retirar 16,2% de policiais, que fazem o patrulhamento ostensivo das ruas, é temerário e deverá provocar um estrangulamento da segurança pública em Goiás.  

Fonte: Diário da manhã

 

 

 

 

NOTA DE FALECIMENTO


É com imenso pesar que recebemos a notícia do falecimento da Sra. CELINA ALENCAR FERREIRA, mãe da Dra Venuzia Alencar Chaves, Presidente da Associação das Pensionistas PM/BM de Goiás. O velório será na sala 02 do Cemitério Jardim das Palmeiras, Rua Armogaste Silveira Qd. 03, 100 - Setor Marechal Rondon - Goiânia - GO, Tel.: (62) 3211-14.

O sepultamento será no Cemitério Jardim das Palmeiras na data de hoje 25/03/2015 em horário a ser definido pela família.

Na memória de quem ama não há lugar para o esquecimento, só para a saudade daqueles que durante a vida nos trouxeram tanta alegria, Que Deus Conforte esta Família.  

 

 

Governo Estadual mais uma vez cumpriu o compromisso firmado



Informamos aos companheiros que o Governo Estadual mais uma vez cumpriu o compromisso firmado com a categoria e já determinou a inclusão na folha de pagamento do mês de março 2015 da última parcela da data base de 2013 correspondente a 2,28% decorrente da lei 18.172. Na oportunidade ressaltamos o trabalho realizado por todas as entidades representativas e dos comandantes gerais da PM e BM e SSP. Juntos somos fortes.

 

 

 

NOTA DE CONGRATULAÇÕES




O presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar do Estado de Goiás, sargento Gilberto Cândido de Lima, expressa por meio desta nota seu reconhecimento público e elogia a escolha do Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de Goiás, Sílvio Benedito Alves, para presidir o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (CNCG).

A eleição, por aclamação pelo colegiado composto por todos os Comandantes-Gerais dos 26 Estados brasileiros e do Distrito Federal ocorreu na última quarta-feira, 11/03, em São Paulo, durante a realização da 10ª Feira e Conferência Internacional de Segurança (ISC). O coronel Sílvio Benedito Alves assumiu o comando da entidade em substituição ao também coronel do Corpo de Bombeiros de Goiás, Carlos Helbingen Júnior. O primeiro vice-presidente eleito é o Comandante Geral do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte, coronel Otto Ricardo Saraiva de Souza.

O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais realiza encontros várias vezes ao ano e seus membros compartilham experiências e promovem discussões de projetos, definem ações para combater a criminalidade nos Estados, e reforçam a importância do trabalho conjunto e unificado entras as polícias no Brasil.

De acordo com o presidente da ACS, sargento Gilberto Cândido de Lima, a escolha do Comandante Geral da PM goiana para presidir o CNCG representa mais uma conquista na política de avanços na segurança pública implementada em Goiás, uma vez que a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros são entidades fundamentais no combate à criminalidade e no salvamento de vidas humanas, destaca.

 

 

   
 
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